20 de abril de 2008

AQUELE



Hoje matei...
Que tristeza alegre que eu sinto.
Tudo que sentia precisava ser transmitido.
Sou aquele que tem seu sangue nas mãos e não me arrependo.
Desfiado estava meu coração de pano em seus remendos.
Em meio a prédios distantes
Me desprendo do passado e me vejo neste instante.
O calibre da morte fez seu peso final.
Seu sangue de mentiras e falsidade pinga de meu punhal.
Sou aquele que viveu por ti, mas agora decidiu apenas viver.
Nada de sentimentalismo, nem ansiedade de te ver.
As palavras e palavras vazias agora cobram o seu preço
Escorrendo junto ao sangue à medida que apodreço.
Agora sou novamente dono de mim, sou minha supremacia.
Chega de atentados de sentimentos e de sua tirania.
Sou aquele fustigado, desencadeio o horror.
Sou simplesmente aquele que assassinou o amor.



- Vinicius Neves

8 comentários:

carla m. disse...

tá bom, o mundo é cruel e dá raiva. agora não vem me enganar com essa de que tu não vai te importar com os comentários que vão fazer.

afinal, então por que deixa teu link num tópico "comente no blog acima"?

dbaskt disse...

legal o poema...


abraço!

www.locupletado.wordpress.com

Aline Dias disse...

escreve mt bem.
forte.

Rapha disse...

Oh my god
hauahua
Ah vc parece ser simpatico sim!!!
brigada pela visita

=*

Euzer Lopes disse...

Eu queria fazer isso com alguns sentimentos que tenho.
Mas nunca consigo acertar no "coração" deles.

Barbara ou simplesmente Barbie disse...

ahsuhahsaush
brigada pela visita
blog legal
volta la sempre...
forte u poema...
bjim!

Rodrigo disse...

Condordo com o primeiro comentario

André Prutki disse...

Caracaaa ...Vinny ....por isso eu te amoo....


eita cara q sabe se expressar .....