31 de outubro de 2018

JAIR BOLSONARO E O FUTURO DO BRASIL


Quando Dilma venceu em 2014, admito que fiquei puto.

Já estava puto por não ter nenhum candidato que ornasse com minhas expectativas e pensamentos. Mas PT não dava. Não outra vez. O que PT fez de bom pelo país dá para contar nos dedos... do Lula.

No final, Dilma venceu. Como sempre, na época de meu aniversário.
O Brasil era outro. As informações eram outras e chegavam nas pessoas de formas diferentes. Era muito mais fácil enganar e manipular as massas. Lembro que as pessoas receberam via Correios os santinhos da campanha petista (e isso é crime eleitoral, só para lembrar). Lembro de uma mensagem de celular que recebi com um link da Folha de São Paulo pedindo voto para a ex-presidente.

Quando a eleição foi dada por encerrada, engoli o gosto amargo da derrota e dos problemas que eu sabia que viriam.

Eu acompanho a anos o mercado financeiro - mais precisamente o setor industrial (que é o meu setor). Via mês a mês as projeções do Banco Central cada vez mais pessimistas, e já avisava as pessoas de recessão desde 2012.
Não sou economista, nem um profissional da bolsa de valores, mas previ que o Dolar bateria a casa dos R$ 4,00. Muitos riram de mim e duvidaram. Falei que se medidas não fossem tomadas, o Dolar poderia até mesmo bater a casa dos R$ 5,00.
Chegamos ao alarmante valor de R$ 4,19. Garanto que se não houvesse impeachment poderia sim chegar ao valor que disse. Era uma possibilidade bem real.

Mas quando Dilma ganhou eu desejei um bom governo a ela. Desejei que algum milagre acontecesse e ela conseguisse tirar algo de bom de todas as coisas ruins que tivemos que pagar o preço - e ainda pagamos.
Afinal de contas, eu sou brasileiro e quero o melhor para o país e para as pessoas - todas elas.
Na época fiz um texto explicando que eu não preciso de transporte publico, educação publica, saúde publica, mas que quero que essas coisas sejam melhores para quem precisa. Que o Brasil que desejo seja esse, e de muitas outras coisas. Que o Brasil seja para os brasileiros e não para a elite de bancários, empreiteiras, diretores de estatais, como foi nos últimos 20 anos (e sim, estou colocando PSDB no balaio também).

Jair Messias Bolsonaro tem o meu respeito. Apesar de ter um longo caminho para percorrer - do qual acho que nunca chegará - a ser o presidente ideal. Conseguiu emergir de ataques de todas as formas à sua pessoa - até mesmo passou por um sério risco de morte. Tudo graças à intolerância e extremismo da esquerda.
Não vou mentir, o cara tem gênio forte e já falou muita besteira por aí. Mas acho que com o tempo e experiência que foi adquirindo, ele percebeu os erros e tem tentado uma melhora. Tem se atualizado - coisa que faltou em todos os outros candidatos da última década. Isso cativou o eleitor.

Bolsonaro não é a solução, não é o salvador da pátria. Ele é um novo ciclo, é o primeiro passo de um longo caminho a qual desejo para o Brasil.
O caminho que ele irá abrir para os presidentes futuros - e esses sim - é que terão a missão de fazer o Brasil ser a potência que almeja e que tem condições para ser.

Talvez seja Amoedo, talvez seja Kataguiri, talvez seja Vam Hattem.
Quero ter esperanças de que chegaremos a uma liberdade econômica similar a países que foram revolucionados pelo livre mercado.
Parabéns Jair, seja melhor do que já foi algum dia, e use bem sua oportunidade de ser a pessoa que mudou o rumo das coisas. Com serenidade, justiça e igualdade para todos.







- Vinicius Neves
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