19 de outubro de 2018

O FIM DA IMPRENSA PARCIAL






Durante séculos, a ponta de lança de um governo era sua imprensa.
Quando um rei - mesmo sabendo a situação deplorável que seus súditos sofriam - fazia conluio com a imprensa da época para não falar sobre o assunto, e sim para focar a raiva das pessoas em coisas muito mais interessantes como: execuções, apedrejamento público, enforcamento, e várias outras atrações que podem ser consideradas pão e circo.

Governos corruptos e mal intencionados se perpetuaram por gerações graças à imprensa, em diversos locais do mundo. Sem a imprensa, seria impensável manter as atenções do povo para as mentiras que tirariam do caminho aqueles que atrapalhavam seus planos.

Essa foi a realidade até a última década.

Com a tecnologia mantendo as pessoas sempre entretidas à toda e qualquer novidade, a velocidade da informação chega de forma nunca vista antes.
Boa parte da população do Brasil e do mundo consegue ser leitor e repórter de sua própria realidade, podendo repassar tais informações com poucos cliques.

Com essa facilidade ficou infinitamente mais difícil transformar as pessoas em massa de manobra. O acesso à informação é simples e fácil, basta interesse em procurar.
Mesmo governos totalitários como os envolvidos na Primavera Árabe (Líbia, Síria, Tunísia, Egito, Iêmen e Barein) tiveram seu calcanhar de Aquiles à mostra graças a velocidade da informação através da internet - mesmo quando a internet estava oficialmente DESLIGADA para a população, as pessoas arrumaram um jeito informal de se informar (por mais irônico que pareça dizer isso), através da Deep Web (que é uma internet usada de forma clandestina, sem controle das principais empresas do seguimento). O resultado é nítido: ditaduras como a de Muammar Kadafi (Aquele mesmo, da Líbia, que abasteceu a campanha de Lula com um milhão de dólares, segundo a delação de Palocci) caíram, ou tendem a cair até os dias de hoje.

A onda de queda dos interesses e poder associados à esquerda, principalmente na América Latina, não é um fenômeno apenas político, é um fenômeno educacional, informativo. Com a luz dos novos fatos, a informação - que deixa de ser guiada pela grande imprensa - começa a engatinhar para a libertação ideológica das pessoas.
Jogos de poder, assassinatos, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência, dentre vários outros problemas dos antigos governos ficam mais evidentes e claros.

A maior prova disso é que com esse conhecimento, as pessoas deixam de seguir - e consequentemente, financiar - empresas como Folha de São Paulo, Estadão, Veja, Globo, e etc. Quando se segue as migalhas de pão, é possível ver que todos os citados tem estado cada vez mais em decadência de receita nos últimos anos, ao ponto de praticamente oferecer seus serviços de graça para pagar suas contas - mesmo sempre tendo incentivo financeiro do governo.
O próprio grupo Abril, em Agosto deste ano pediu recuperação judicial para tentar evitar a falência.

Como última cartada dos últimos governos, essas empresas fazem de tudo para incriminar de algum jeito o candidato Jair Messias Bolsonaro, e tentar uma reviravolta à favor do candidato Fernando Haddad do PT.
Uma das mais antigas promessas de Bolsonaro é o corte de parte significante desses valores.

Não bastasse a surra que o partido dos trabalhadores tomou com impeachment de Dilma por causa de crimes fiscais, com a prisão de Lula em segunda instância por corrupção, das derrotas de Deputados e Senadores por todo o país nessas últimas eleições, na perda de mais de 5 milhões de eleitores no Nordeste, da derrota certa no segundo turno à presidência do Brasil.

O discurso de "golpe" não cola mais. As pessoas não estão mais submetidas à conversa fiada de sempre. Ao vitimismo, às mentiras infundadas. Elas estão cada vez mais buscando informações por conta própria, e as divulgam de graça, sem emparelhamento nenhum, como sempre foi os governos petistas - que usaram até mesmo a máquina publica para ganhar eleições, como foi o caso da divulgação de santinhos de Dilma na eleição de 2014, feita pelos Correios. Da mesma forma que Folha de São Paulo encheu as pessoas de mensagens no celular à favor de Dilma, na mesma época.

A esquerda nunca foi de falar a verdade. Nunca foi de jogar limpo. Não tem a MENOR MORAL de falar de corrupção e Caixa 2. Ainda mais sem o menor tipo de PROVAS CONCRETAS, com várias perguntas sem respostas, com diversos furos e informações completamente infundadas.

A esquerda, com todos seus partidos e máquinas de moer oposição de forma completamente fora de uma democracia real são a maior organização criminosa do país. E estão, mais uma vez, selando o destino deles com a derrota iminente e o fim de toda sua estrutura maligna.



- Vinicius Neves
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